É notório que tornar o currículo disponível na internet, sob diversos aspectos os quais não cabe agora, é pouco producente – dado que não se concretizou nenhuma proposta de trabalho durante todo o tempo em que o currículo permaneceu online. Senhores empregadores dos segmentos de jornalismo, publicidade, educação e cinema: caso desejem assoldadar este fefelechento que vos escreve, utilizem este link.

Isto posto, o leitor desavisado não deve tomar “Arauto do Apocalipse” como algo além de uma singela proteção para o nome consuetodinário, mero pseudônimo criado para manifestar o tom da nova “linha editorial” deste blogue.

É importante frisar que, a despeito de qualquer conotação metafísica que possa recair sobre si, “Arauto do Apocalipse” nada tem com religião, nem tampouco com cristaizinhos coloridos, horóscopos e demais superstições congêneres. Sustenta que assuntos dessa ordem são de pouca monta para a compreensão de qualquer problema que seja, como também obscurecem as tentativas de fazê-lo.

Críticas, sugestões e afins: espinafre aqui ou logo abaixo.

19 Respostas to “Sobre o autor”

  1. Marjorie said

    Sem comentários sobre o papa, não é mesmo? Indiganação!!!

  2. Môni said

    Facetas do Rick que eu não esperava…
    Além de manter contato com as ex namoradas ele também sabe escrever! kkk
    beijos

  3. Parabéns, caro Henry, por mais essa bem-sucedida e inteligente iniciativa. Registro, publicamente, que foi ótima a experiência de contar com sua escrita criativa em minha equipe no jornal Olho Vivo de Guarulhos. Sua atual condição de ‘buscador de novos desafios profissionais’ é temporária e faz parte da reciclagem pela qual todos passamos em nossa rica história de vida. Um forte e fraternal abraço. José Augusto Pinheiro – chefe de reportagem do Olho Vivo.

  4. Lud said

    sou sua fa

  5. Fernando Botti said

    Olá Henrique,

    Muito interessante a proposta do
    seu blog, cinema e filosofia são
    assuntos altamente miscíveis e o
    assunto merece ser discutido com
    profundidade.

    Aliás, sem novos post em outubro e
    novembro ? A Mostra de Cinema de SP
    ficou de fora ?

    Abraços,
    Botti

  6. Lithium said

    Caro cidadão,

    Por acaso vim aqui parar, sem sequer saber o que esperava. Sou historiador, na vertente de Arqueologia cristã (católica), e naturalmete esta é a minha área profissional.
    Em relação ao seu artigo sobre o Santo Padre Bento XVI e á História da Igreja tenho duas coisas a recomendar para o futuro desenvolver um Pleno trabalho:
    1- Ter conhecimento recto da doutrina e história da Igreja, diversamente publicada, e deixar-se de filmes de ficção ou novelas;

    2- Procurar fazer uma leitura consciente e atenta dos verdadeiros documentos e pronunciamentos do Magistério Católico. Que tal começara visitar o site da Santa Sé: http://www.vatican.va

    E já agora, de futuro seja honesto e idóneo nos seus comentários. Só revela da sua parte falta de cultura!!!

    Deus o abençõe.

  7. Ilmo Sr. Lithium,

    Em primeiro lugar, devo dizer que a cada vez que recebo uma mensagem como a sua, sinto um arrepio de felicidade. Sabes por que? Porque é como se, de alguma maneira, meu texto mal escrito, cheio de erros gramaticais, emfim, um texto pobre e despretensioso, tivesse atingido sua meta – cutucar o ânimo de alguém. Isso é muitíssimo saboroso para mim. É a glória!

    Nesse sentido, vejo nesta uma excelente oportunidade de reafirmar minhas opiniões sobre a sangrenta e bárbara igreja católica, que por detrás da máscara do “universal”, estuprou, pilhou, matou, saqueou, torturou milhões de seres humanos por todo o mundo. Mas isto é coisa que deves saber em detalhes mais ricos do que eu, afinal quem tem o desprazer de estudar esta corja de facínoras és tu.

    Se tivesse que realizar um “pleno trabalho” com relação aos católicos, ou à qualquer outro sacripanta que explore a fé das pessoas em troca de dinheiro, este seria o de erradicar – tal qual uma praga – esta peste do convívio dos homens. Quantas vidas assim não salvaríamos, sem os fundamentalistas? Quantas não deixaríamos de enganar, com discursos cretinos como os do “és pobre porque Deus quer”, ou coisa pior, “esta é a vontade de deus”?

    Aliás, os católicos se atrapalham quando tem que responder a questões simples, cujas respostas estão às vistas de cada um, pois são transparentes e cristalinas como água: de onde vem a miséria? Por que há fome no mundo? Ou ainda paradoxos que demolem e ridicularizam esta idéia estapafúrdia de um deus monarca do universo, como por exemplo: se deus pode fazer tudo, e sabe tudo, então ele não sabia que o “livre arbítrio” iria colocar os homens contra os homens? Sade é bastante elucidativo neste sentido. Que dizer então de Nietzsche? Colega, há literatura mais interessante do que esta porcaria com que tens te entretido!

    “Põe o deus no cú”! (Frase de Estamira, do documentário homônimo dirigido por Marcos Prado, filme que eu recomendo que assistas, ó pá).

  8. Paulão said

    Ola, Henrique! Bom Dia!!!

    Tenho uns frilas que poderão no minimo te ajudar a ouvir a Caixa Postal. São as matérias semanais para o Vitrine, a R$ 50 cada. Coisa que você faz com pe nas costas. Me emei-e ou telefone: 9219-8219.
    abraço kubrikiano
    paulo

  9. Sandra said

    Henrique,
    Por acaso vim aqui parar…rs…e não poderia deixar de dizer que adorei a “prosa” tua com o Sr Lithium hehehehe…alvo atingido e bem merecido!!

    abraço nietzschiano

  10. Alexandre said

    Aplausos!!!

  11. Templário said

    Meus Caros Amigos:

    Não serão todas as religiões estruturas de poder? Estais preocupados com essas coisas de acreditar neste e naquele… e que o Islão é que é bom, ou que os católicos também são porreiraços e essas tretas todas…
    Todos temos uma necessidade de acreditar em algo, está na nossa natureza. Mas, será que – apesar da nossa vontade férrea – esse “algo” está lá para nos escutar?

  12. Camarada “Templário”,

    com efeito, todas as religiões são estruturas de poder, e, necessariamente, têm por função exercer determinado papel de controle social. Realmente não se trata de escolher este ou aquele, mas sim colocar todas em um mesmo patamar, o da superstição.

    Sim meu caríssimo que vai ao templo, toda vez que os homens oscilam entre duas paixões – o medo e a esperança – recaem na superstição. É por esta razão que cristaizinhos coloridos, horóscopos, terços e demais badulaques são, fundamentalmente, a mesmíssima coisa.

    Ademais, devo discordar veementemente de uma proposição que afirma algo como a “natureza” humana. Penso ser muito complicado afirmar tal coisa, afinal, embora semelhantes, somos indivíduos. Tais quimeras tiveram origem no pensamento dos jus naturalistas, mas já caíram por terra a partir do século XVIII.

    Devo dizer também que por aqui neste blogue, dificilmente encontrarás alguém que tenha uma “vontade férrea” de se fazer ouvir pelo “algo” que lá está (lá aonde?). Eu, particularmente, só penso nisso quando estou com o intestino preso, ou quando me sinto muito doente. Ainda não sei a razão de tais pensamentos me ocorrerem justamente nestas ocasiões, mas permito a ti que se enforque nas cordas da imaginação e medite sobre o assunto.

    Até breve e obrigado pela visita!

  13. Eva said

    Amigo Arauto (será q me é permitido chamar-te Amgigo?) – vim hj, nov, 07, parar aqui e adorei tua escrita, respostas a urubus sedentos e hipócritas catolicos …. parabens.
    Como é bom lêr qualidade vindo da tua pena, da tua escrita.
    É sempre enriquecedor.
    Obrigada por ter me deixado “entrar” em tua casa.
    Uma portuguesa, ha 7 meses no Brasil (MG)- vai um cafézinho? –
    Abraço!

  14. Cara Eva,

    com tais elogios, salvaste o meu nublado dia. Puxe uma cadeira e sinta-se a vontade! O café está no bule…

    abraços.

  15. Lyster said

    Prezado Arauto,

    A respeito de “Zuzu Angel, a mãe de maio brasileira? “, gostaria, apenas, de dizer que entre o engajamento socialista e a alienação da Rede Globo, há um rico leque de possibilidades. Como você sabe, o maniqueísmo é uma maneira de ver as coisas como “tudo” ou “nada”; “bom” ou “ruim”. Fuja dele. É melhor que fugir de “Zuzu Angel”. Pense nisso.

  16. Caro Listerine,

    concordo. Desde o século 3, vários pensadores já se manifestaram contrariamente ao maniqueísmo. No entanto, não consegui identificar no texto mencionado por você o embate entre “certo” e “errado”. Aliás, apago o que escrevi se aquele for um texto maniqueísta.

    De todo modo, com efeito, prefiro estar a milhas de distância de qualquer coisa que tenha a ver com a Zuzu. Realmente, esta não é a minha praia.

    Obrigado pela visita,

  17. Bre said

    Arauto-que enuncia o futuro? Aquele que devora o mistério e bebe a ilusão?

    Ontem,por acaso,assisti ao filme “Zuzu Angel” e hoje resolvi pesquisar sobre o instituto-puf! Caí aqui..Bem, concordo com todas as suas assertivas a respeito da alienação e comodidade da mãe em meio àquela carnificina. Ainda se tamanho sofrimento a comovesse a ponto de contribuir de alguma maneira para a causa na qual seu filho e nora tanto acreditaram ainda vai lá, mas sabíamos, mesmo sem o filme, que não foi isso que aconteceu. Aliás não só a cena citada do confronto com o pai de Lamarka, mas também a fala do general sobre o fato dela ganhar dinheiro com o “desaparecimento” do filho ratificam quaisquer críticas sobre a conduta de Zuzu. Sobre as Globo, é tão inútil quanto acusar a igreja católica, perdendo um tempo incrível com ovelhas devidamente castradas, sobre sua hipocrisia e lucros incontroláveis. No entanto, sobre a figura Angel, tenho de concordar com o diretor Sérgio Rezende que a sua estória,sim,é universal e atemporal,é contar uma estória de amor de uma mãe por seu filho.E isso não podemos negar.Atropelada,sem consciência política, medíocre e completamente vendida ao sitema,Zuzu desafiava militares,desmascarava a farsa, arriscava sua posição elitizada e por fim a sua própria vida, se não por um mundo mais justo igualitário,por amor a seu filho. Essa é a grande mensagem do filme,dos livros e da própria vida dessa mulher. Agora,a comparação com as mães de maio é infundada e absuda.Aliás, as pessoas tem de aprender a respeitar uma obra de ficção pelo que ela realmente propõe, pela sua veracidade e criação,e não por aquilo que pode representar de acordo com nossas expectativas.
    Obrigada pela atenção. É sempre muito bom ter um espaço para pensar e compartilhar idéias.
    Bre.

  18. marcio said

    Meu Deus!! como existem hipócritas neste mundo!!
    Sem comentarios!! Não vale a saliva utilizada.

  19. Maria Luiza said

    Olá, gostei muito de seu blog, especialmente a crítica sobre o filme Fahrenheit 451 e gostaria de saber se já assistiu o filme de Andrei Tarkovski “Stalker a zona proibida” Um excente filme também de ficçâo, para quem gosta de refletir.

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